Arquivo para March, 2008

Mar 27 2008

50.000 reais…

Escrito por Willian em Amenidades

Hoje eu acordei com uma dúvida…

Se você tivesse 50.000 reais para montar algum negócio, não podendo investir em banco, ações, etc. O que você montaria?

Eu não tenho 50.000 reais. Mas pensei nisso porque, para montar algo, 50.000 não é muito, mas também não é pouco. Se fosse livre, eu investiria em ações/etc.

Andei perguntando e algumas pessoas disseram que construiriam casas populares. Outras que montariam um pequeno restaurante, etc.

Acho que eu iria de franquia, alguma coisa assim.

É só um exercício de empreendedorismo.

(Se brincar, eu com 50.000 reais, acabaria comprando TV, notebook, carro, etc… bléh!)

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Mar 13 2008

Relações humanas

Escrito por Willian em Amenidades, Pergaminhos

As relações humanas sempre me impressionaram.

Todo mundo, mesmo aquelas pessoas que você não é capaz de acreditar, vivem em relações sociais freqüentes. E, algumas dessas relações, são no mínimo interessantes.

Não que isso valha um Oscar ou um Nobel. Claro que não. Talvez nem seja algo interessante de ser notado. Mas olhe por outro lado agora. Mude a ótica da observação. Talvez você veja o que eu vejo, talvez veja mais.

Lembra das festas de fim de ano? Natal? Ano Novo? Qual o propósito? Não é fato que durante a maioria do tempo, durante o ano, as pessoas se pegam, digladiam, falam mal, traem, lutam, etc.? Aí quando chega a festa (seja ela qual for) fica aquele clima de “tudo bem”. Uau!

Não digo que deva ser diferente disso. Acredito que, em maior ou menor grau, a sociedade [sentido amplo] nos obriga a essas relações. Afinal, o que se há de fazer? Pegar uma clava e sair batendo na cabeça das pessoas? É uma idéia divertida, mas não é funcional.

Não dá pra ser diferente. Ainda mais do tipo f0d@-se, sabe? Daquele jeito “não gosto, não convivo”. Nem sempre dá pra ser assim. Pensando melhor, talvez até dê; mas ia ser algo meio eremita, meio sábio da montanha. Clausura.

Mas a falsidade também é algo tão sui generis, tão única, que me espanta. Pessoas que não se suportam, conversando respeitosamente, até civilizadamente, veja só. Algo novo? Com certeza não. Inusitado? Também não creio que seja isso. Interessante? Sim, sem dúvida. Pelo menos pra mim.

Diferentemente da Regina Duarte, eu não tenho medo. Porque ela tem medo [de tudo].

Talvez eu esteja perdido nisso tudo, talvez minha ótica esteja errada; mas em uma situação dessas, no meio dessa banda toda, eu observo. E quando observo, eu aprendo.

Algumas coisas, decididamente, me enojam.

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Mar 12 2008

Vômito celestial

Escrito por Willian em Pergaminhos

 

Tá bom, vai. Eu admito que ando relapso. Não vou reclamar de nada, nem dar desculpas esfarrapadas. Não tenho escrito porque não tenho e pronto. Não existem motivos, apenas não tenho escrito.

So what? Nothing I guess.

Conversando com um amigo, ele me falou das coisas que são importantes na vida. Uma delas é fazer o que se quer, sempre que se quer/puder fazer. Isso é ser feliz.

Acontece que a vontade/desejo/querer é a fonte de todo mal, pelo menos segundo o Budismo. O “eu” deve deixar de existir para a felicidade acontecer. Felicidade plena. Ou qualquer coisa nesse sentido.

Para mim, é tudo muito bonito e muito blá. Blá mesmo, de encher lingüiça. Não que eu me importe com isso, mas é engraçado. Nós temos a necessidade de inventar coisas para justificar tudo que fazemos, seja a “pelada no domingo”, seja a falta ao trabalho, seja a tal felicidade. Uma mentira aqui, uma desculpa ali. Tudo é justificável.

Invenções de nossas mentes insanas, para justificar o que só precisa ser justificado dentro de nossas cabecinhas de papelão. Se for o caso a gente inventa de tal forma que enganamos até a nós mesmos. Vai ter necessidade de inventar coisas assim lá na pluma que caiu!

Divago.

Tô azedo sim. E não é do fedor que estou falando.

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Mar 05 2008

Cérebro inativo

Escrito por Willian em Amenidades

Saber o que se sabe, nem sempre significa que sabemos de alguma coisa. A maioria de nós não sabe de nada.

Tem que ser muito pé no chão para não perder de vista que aprender é sempre necessário.

Um cérebro que não evolui pode ser a alegria de alguns.

Para mim não serve.

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