Gente,
E isso mesmo. Mais um companheiro online.
Trata-se do Israel Teles, autor, roteirista de tirinhas, compositor, músico e amigo.
O link já está ai do lado!
É visita obrigatória para quem gosta de boa arte e descontração.
Visitem!
Gente,
E isso mesmo. Mais um companheiro online.
Trata-se do Israel Teles, autor, roteirista de tirinhas, compositor, músico e amigo.
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Pessoal,
"Comi bola", confesso.
Acabei de saber, com quase um mês de atraso, que um micro conto meu foi publicado na renomada zine TerrorZine.
Mais especificamente a TerrorZine Nº 7.
A Zine é iniciativa da Cranik, através do seu idealizador, o escritor Ademir Pascale.
É uma inciativa bacana, pois é um produto de qualidade para os amantes do Terror.
São vários mini-contos, rápidos de ler e muito interessantes!
Para fazer o download da TerroZine Nº 7, clique aqui. (é necessário um leitor de arquivos PDF)
Para conhecer as outras edições da TerrorZine, clique aqui.
Abraços!
Pessoal,
Acabei de publicar um pequeno conto, chamado Circulo.
É um texto que faz parte de algo muito maior, mas exatamente essa pequena parte serve para mostrar algumas características e atitudes que acho interessantes…
Essas atitudes dizem muito sobre nós, como ser covarde quanto não devemos ser, ou quando o nosso amor pode prejudicar algo maior…
Será que o nossos demônios podem nos salvar?
Quando você não está comigo, fico pensando o que fazer, o que vestir, o que comer. A existência é dúvida e incerteza.
Claro que eu não poderia deixar de dizer isso, falar essas coisas está na minha natureza. Mas você já sabe disso tudo, não sabe?
Então…
Ontem a Fabiana perguntou de você, se estava tudo bem…
Eu não soube responder, tem tempo que não te vejo. Aliás, da última vez que te vi, a Fabiana também estava com a gente, você lembra não é?
Mas isso parece que já faz tanto tempo…
E o que eu posso fazer? Esperar?
Aliás, eu sempre fiquei esperando, já percebeu?
Era para ir ao cinema, ao shopping, tomar um drinque no bar, e eu sempre esperando…
Sempre te esperando…
Mas eu imagino que você não demora muito, não tem como você demorar… Isso, pelo menos, é o que eu acho.
Afinal, você não ia me fazer esperar não é? Ah… não você… não mesmo!
Isso me lembra a pergunta que eu tinha para te fazer.
Você sabe que eu acabo engolindo essa ansiedade toda quando consigo, mas, às vezes, não tem jeito.
Eu preciso saber, pois quero você do meu lado, para sempre…
Me diga, amor, quando você vai morrer também?
Lendo o fabuloso blog do André Gazola, Lendo.org, descobri um post que – agregado a outros do mesmo site – me fez criar uma resposta sobre um assunto que está meio "hype" por esses tempos.
Emito minha opinião, em forma de carta ao autor do artigo original.
André,
O que você colocou é, em uma palavra, Fenomenal.
Certo, vamos às favas agora.
Eu li todos os livros, no original.
Acho importante frisar o "no original", não pelo fato de eu falar inglês, tem um monte de gente que fala.
Mas ler "no original" impede a absorção dos erros da tradução e adequação. Você lê o que a autora escreveu, não o que alguém entendeu/traduziu como o que ela escreveu.
Depois de ler a série toda, acho válido que uma opinião seja dada.
Mesmo não seguindo diretamente o monomito de Campbell ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Monomito ), é possível ver que a autora não deixou de pular algumas fases. Ainda assím, os heróis dela são previsíveis e byronianos ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Her%C3%B3i_byroniano ) como vi escrito em um dos posts.
Não tem jeito, qualquer um com Q.I. acima de 80 ( http://pt.wikipedia.org/wiki/QI ) vai compreender que, assim como na maioria das areas, existe TAMBÉM uma fórmula para se escrever um livro. Ele é feito em estágios que seguem uma linha, com o objetivo de cativar/prender o leitor.
Mas somente seguir a fórmula não garante o sucesso, é óbvio.
E apesar de existirem problemas, as opiniões começam a surgir.
Uma coisa que me deixou desconcertado foi a desvalorização que o Stephen King recebeu, quando deu a opinião dele.
Li alguns comentários que o Stephen King não era ninguém para desvalorizar a Meyer em sua obra, pois ele não "era tão famoso". Certo. Tirando o mérito da crítica, quem é Stephen King? Algum iniciante? Algum "hype" do momento? Não. É um autor com bastante experiência. Agora, querem comparar sucesso. Tudo bem, vamos aos fatos. Quem foi o autor que vendeu mais de US$ 45 milhões SÓ em 2007? E quanto foi mesmo que a Meyer vendeu, somando tudo? Menos de 35 milhões de dólares no total? Certo. Stephen King parece ser alguém então.
Agora entro no meu argumento, propriamente dito.
Levando-se em conta o direito garantido pela Constituição que "É livre a minfestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (CF/88 Art. 5º, IV), entendo que é natural que alguém possa gostar ou não da obra e expressar sua opinião, argumentativamente é claro.
Entretanto, expressar opinião é diferente de dizer "eu gosto" ou "esse é o sonho de toda menina (sic)".
Se você gosta por se identificar com a obra é natural que esse seja o SEU sonho. NÃO o de toda menina.
E não adianta todas/todos os seus amigos(as) terem a mesma opinião. Quantas pessoas você conhece? 10? 100? 10.000? quantos adolescentes tem no Brasil (só para citar o nosso país)? Mais de 17 milhões. (IBGE/2007) Assim sendo, a opinião de que "é o sonho de toda(o) menina(o)" é falha, irrelevante e absurdamente sem sentido real.
Indo ao mérito do livro.
A produção é ruim, a escrita de baixa qualidade deixa a desejar e a ambientação é desagradavelmente linear. Se você prestar atenção no que está lendo, consegue – com alguma facilidade – intuir o que vai acontecer no futuro. Previsibilidade das previsibilidades.
Inclusive a fabulosa "não-resolução do não-clímax" da história.
O cavaleiro encantado não poderia se ferir de verdade. Se Edward e sua facção enfrentam os Volturi, muita gente seria destruída. Note a palavra, destruída. Não é uma pelvis quebrada, não é um braço fora do lugar. É a entrada para a não-existência. Isso quebraria o livro, por torná-lo mais real.
Aos argumentos que "o livro expressa uma faceta da vida real", sabemos que isso não é verdade. Na guerra do tráfico morrem gente dos dois lados, mesmo que hajam amantes entre eles. Não existe a trégua "não vamos brigar para não nos machucarmos". Isso é real.
Mas é fácil dizer que o mundo anda chato ou que por ter pouca idade não se é respeitado, quando são os pais que tem que se preocupar com tudo. É simples e natural dizer que o importante é "curtir a vida", enquanto a vida em si, ainda não se deu conta da existência de quem está só "curtindo". Tempus fugit, é só esperar.
Claro que a autora merece crédito. Ela achou um nicho de mercado, uma mina para retirar suas pedras preciosas.
Enquanto a discussão continua embasada em fatos inventados (como o da identificação do sonho de toda(o) menina(o)) ela não é válida; é parcial e sem mérito. Baseada em "achismos" como você, André, deixou claro em alguns dos seus argumentos.
Definitivamente, essa série não é a expressão da verdade adolescente. Talvez um ideal torto, mas não a realidade.
Eu ainda me pergunto algumas coisas, querendo mais saber a opinião dos outros do que fomentar a minha.
Qual o benefício de ler esses livros, além do entretenimento sem compromisso e despretensioso?
Que lição se tira da leitura da obra como um todo?
Não se engane quem pensa que não se tira lição alguma. O Ser Humano, enquanto espécie, aprende e apreende de várias maneiras. Ler é uma delas. Mesmo que a absorção seja em um nível inconsciente, ela existe.
Então André, para finalizar, não só concordo completamente com os seus argumentos e com os argumentos dos textos traduzidos, como também não vejo outra forma de encarar a situação do sucesso da série Crespúsculo.
Abraço,