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	<title>Comments on: Das coisas que ficaram ou Feliz Ano Novo</title>
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		<title>By: Moon Baby</title>
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		<dc:creator>Moon Baby</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 13:15:35 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Willian,
Teu texto de final de ano reflete as frustra&#231;&#245;es do coletivo, mas quem n&#227;o tem frustra&#231;&#245;es durante 365 dias? Quem vive plenamente satisfeito?
Muito do que voc&#234; escreveu foram minhas pr&#243;prias viv&#234;ncias e termino concluindo que somos movidos por expectativas e, logo em seguida, nos afundamos em nossas&#160; frustra&#231;&#245;es.
Expectativas X Frustra&#231;&#245;es, resumem 2009.
De toda maneira, ainda tenho muito a agradecer pelo ano que se foi. Constru&#237; novas pontes, abri novas portas, adicionei novos sentimentos, retirei os entulhos que estavam atrapalhando minha exist&#234;ncia, resgatei amores esquecidos, os que valiam a pena, l&#243;gico, iniciei projetos e finalizei outros, percebi que nem todas minhas amizades eram aquilo que eu havia idealizado e que cada um s&#243; nos oferece o que pode, portanto... Menos expectativas com rela&#231;&#227;o aos outros e mais trabalho de crescimento individual.
Obrigada pela oportunidade de reflex&#227;o.
Um 2010 melhor para todos n&#243;s.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Willian,<br />
Teu texto de final de ano reflete as frustra&ccedil;&otilde;es do coletivo, mas quem n&atilde;o tem frustra&ccedil;&otilde;es durante 365 dias? Quem vive plenamente satisfeito?<br />
Muito do que voc&ecirc; escreveu foram minhas pr&oacute;prias viv&ecirc;ncias e termino concluindo que somos movidos por expectativas e, logo em seguida, nos afundamos em nossas&nbsp; frustra&ccedil;&otilde;es.<br />
Expectativas X Frustra&ccedil;&otilde;es, resumem 2009.<br />
De toda maneira, ainda tenho muito a agradecer pelo ano que se foi. Constru&iacute; novas pontes, abri novas portas, adicionei novos sentimentos, retirei os entulhos que estavam atrapalhando minha exist&ecirc;ncia, resgatei amores esquecidos, os que valiam a pena, l&oacute;gico, iniciei projetos e finalizei outros, percebi que nem todas minhas amizades eram aquilo que eu havia idealizado e que cada um s&oacute; nos oferece o que pode, portanto&#8230; Menos expectativas com rela&ccedil;&atilde;o aos outros e mais trabalho de crescimento individual.<br />
Obrigada pela oportunidade de reflex&atilde;o.<br />
Um 2010 melhor para todos n&oacute;s.</p>
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		<title>By: emptyspaces11</title>
		<link>http://blog.willianrabelo.com/2009/12/30/das-coisas-que-ficaram-ou-feliz-ano-novo/comment-page-1/#comment-1495</link>
		<dc:creator>emptyspaces11</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 22:05:12 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;font color=&quot;#000000&quot; face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;William,&lt;/font&gt;
&lt;font color=&quot;#000000&quot; face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Quando comecei a ler, meu primeiro pensamento foi &quot;PQP! Que come&#231;o de mensagem de final de ano!&quot; Mas, vamos por partes &#8211; como dizia meu professor de Desenho da Figura Humana. Eu n&#227;o era t&#227;o art&#237;stica assim, porque sempre lembrava de Jack, o estripador. Tudo bem, certo? As partes do corpo humano sempre ficavam separadas de todo o jeito, espalhadas nas folhas de papel Canson.&#160;
	&lt;span&gt;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; E&lt;/span&gt;sse seu come&#231;o de mensagem ficou um tanto angustiante. E eu entendo perfeitamente o seu ponto de vista. O ano tem sempre altos e baixos. Para alguns, mais decl&#237;nios do que ascens&#245;es. E a gente, acaba mesmo lembrando de nossas frustrantes tentativas de destrinchar nossos s&#243;t&#227;os e por&#245;es; labirintos que se abrem e nos impedem de fazer com que os caminhos fiquem mais claros e definidos, em nossa vida e na dos que nos rodeiam. &#201; deprimente e estressante.
	&lt;span&gt;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &lt;/span&gt;Deprimidos ou n&#227;o, deprimentes ou n&#227;o, angustiados ou n&#227;o, &#233; bem verdade isso: um ano passado de forma indiferente, faz a toda a diferen&#231;a. Essa sensa&#231;&#227;o de tanto faz, ou de tanto fez, de n&#227;o se sentir nem tra&#237;do, nem recompensado pelos esfor&#231;os, &#233; realmente de revolver nossas entranhas. Lembra-me o pior tratamento para um inimigo que espera nossa a&#231;&#227;o. Porque, convenhamos, todo inimigo espera sempre uma a&#231;&#227;o, ou pouca, ou muita, mas espera que nos posicionemos. E agir com indiferen&#231;a, ou sentir-se indiferente, ou torn&#225;-lo insignificante a ponto de n&#227;o agir, &#233; a pior a&#231;&#227;o para qualquer inimigo.
	&lt;span&gt;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &lt;/span&gt;Contudo, por que n&#227;o podemos considerar essa estranha sensa&#231;&#227;o de indiferen&#231;a, ou essa falta total de coisas, em algo provocador? Essa pode ser a mudan&#231;a que precisamos para encarar o ano de 2010. Eu acredito que, se pararmos, pacientes e com esp&#237;rito reflexivo, para ver o pasto crescer na lavoura, tamb&#233;m estaremos contribuindo para uma reformula&#231;&#227;o das coisas que est&#227;o ou que s&#227;o. Quem pode negar a import&#226;ncia do n&#227;o-construir? Quem pode negar a import&#226;ncia do n&#227;o-realizar?
	&lt;span&gt;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &lt;/span&gt;&#201; claro que n&#227;o podemos ficar olhando para o verde que se propaga em nosso quintal para sempre. Mas, dar um tempo, e n&#227;o pensar que isso &#233; perda de tempo, n&#227;o deve ser de todo ruim. Se n&#227;o vivemos o bastante, se n&#227;o constru&#237;mos o bastante, para mim, j&#225; &#233; bastante positivo refletir sobre isso. Porque, acredito que s&#243; assim se pode fazer diferente. Mas concordo, o tempo &#233; realmente o senhor de nossas amarguras, de nossas frustra&#231;&#245;es.
	&lt;span&gt;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &lt;/span&gt;Eu costumo ter sonhos palp&#225;veis. E pequenos, segundo uma amiga minha, desaparecida do mundo h&#225; um bom tempo. Continua perdida em seu escrit&#243;rio, escondida por entre pap&#233;is que lhe estipulam o tempo. Com certeza, ainda deve estar procurando pelos caminhos que levem aos seus (dela) sonhos mais deslumbrantes, aqueles cuja minha imagina&#231;&#227;o n&#227;o conseguia vislumbrar. Se ela &#233; feliz? N&#227;o sei muito mais dela. Sei muito mais de mim hoje, e dos que est&#227;o mais pr&#243;ximos, n&#227;o s&#243; fisicamente, mas espiritualmente. Mas, em fim... Voltando aos meus sonhos, eles n&#227;o fazem parte s&#243; do final do ano. Nem t&#227;o pouco do in&#237;cio do novo ano. Eu tenho sonhos todos os dias. Alguns se realizam mais rapidamente que outros. Alguns se transformam em outros, totalmente diferentes. Alguns s&#227;o largados na beira do caminho, sem muito arrependimento. O que realmente conta, &#233; o que se vai carregar conosco, certo? E isso tem que ser bom.&lt;/font&gt;
&lt;font color=&quot;#000000&quot; face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Ent&#227;o, voltando &#224;quela sensa&#231;&#227;o de ang&#250;stia do come&#231;o de seu texto, s&#243; posso dizer que entendo que isso tudo, jamais nos deixa. O tempo e a nossa passagem por ele, s&#227;o os senhores de nossas ang&#250;stias. N&#227;o podemos matar o tempo sem morrermos com ele. 
	&lt;span&gt;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&#160;&#160;&lt;/span&gt;Se nossas a&#231;&#245;es e nossos desejos nos conduzem para mais perto de n&#243;s mesmos e dos outros, ent&#227;o, o tempo &#233; vencido, o tempo &#233; aliado. &#201; nessa proximidade que o tempo tem realmente valor, ou &#233; mais bem aproveitado. Nossos desejos s&#227;o nossa imagem querendo refletir-se no outro. Se n&#227;o realizamos muito, ou se realizamos tudo, tudo vai depender mesmo de como entender nossa a&#231;&#227;o no tempo em que ela aconteceu. &#201; isso que vai fazer com que enxerguemos a luz no final do t&#250;nel &#8211; mesmo que ela seja a luz do inferno, e n&#227;o a luz divina.&lt;/font&gt;
&lt;font color=&quot;#000000&quot; face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Suas reflex&#245;es, suas ang&#250;stias, s&#227;o sentimentos de algu&#233;m verdadeiramente preocupado consigo e com o outro; com essas constru&#231;&#245;es di&#225;rias que nos tornam mais humanos. Seus desejos s&#227;o os desejos de algu&#233;m que tem plena consci&#234;ncia do tempo e de sua a&#231;&#227;o no tempo. Verdadeiros e sinceros. &lt;/font&gt;
&lt;font color=&quot;#000000&quot; face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Ent&#227;o, um ano melhor para voc&#234; tamb&#233;m.&lt;/font&gt;
&lt;font color=&quot;#000000&quot; face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Um abra&#231;o.&lt;/font&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#000000" face="Times New Roman" size="3">William,</font><br />
<font color="#000000" face="Times New Roman" size="3">Quando comecei a ler, meu primeiro pensamento foi &quot;PQP! Que come&ccedil;o de mensagem de final de ano!&quot; Mas, vamos por partes &ndash; como dizia meu professor de Desenho da Figura Humana. Eu n&atilde;o era t&atilde;o art&iacute;stica assim, porque sempre lembrava de Jack, o estripador. Tudo bem, certo? As partes do corpo humano sempre ficavam separadas de todo o jeito, espalhadas nas folhas de papel Canson.&nbsp;<br />
	<span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; E</span>sse seu come&ccedil;o de mensagem ficou um tanto angustiante. E eu entendo perfeitamente o seu ponto de vista. O ano tem sempre altos e baixos. Para alguns, mais decl&iacute;nios do que ascens&otilde;es. E a gente, acaba mesmo lembrando de nossas frustrantes tentativas de destrinchar nossos s&oacute;t&atilde;os e por&otilde;es; labirintos que se abrem e nos impedem de fazer com que os caminhos fiquem mais claros e definidos, em nossa vida e na dos que nos rodeiam. &Eacute; deprimente e estressante.<br />
	<span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>Deprimidos ou n&atilde;o, deprimentes ou n&atilde;o, angustiados ou n&atilde;o, &eacute; bem verdade isso: um ano passado de forma indiferente, faz a toda a diferen&ccedil;a. Essa sensa&ccedil;&atilde;o de tanto faz, ou de tanto fez, de n&atilde;o se sentir nem tra&iacute;do, nem recompensado pelos esfor&ccedil;os, &eacute; realmente de revolver nossas entranhas. Lembra-me o pior tratamento para um inimigo que espera nossa a&ccedil;&atilde;o. Porque, convenhamos, todo inimigo espera sempre uma a&ccedil;&atilde;o, ou pouca, ou muita, mas espera que nos posicionemos. E agir com indiferen&ccedil;a, ou sentir-se indiferente, ou torn&aacute;-lo insignificante a ponto de n&atilde;o agir, &eacute; a pior a&ccedil;&atilde;o para qualquer inimigo.<br />
	<span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>Contudo, por que n&atilde;o podemos considerar essa estranha sensa&ccedil;&atilde;o de indiferen&ccedil;a, ou essa falta total de coisas, em algo provocador? Essa pode ser a mudan&ccedil;a que precisamos para encarar o ano de 2010. Eu acredito que, se pararmos, pacientes e com esp&iacute;rito reflexivo, para ver o pasto crescer na lavoura, tamb&eacute;m estaremos contribuindo para uma reformula&ccedil;&atilde;o das coisas que est&atilde;o ou que s&atilde;o. Quem pode negar a import&acirc;ncia do n&atilde;o-construir? Quem pode negar a import&acirc;ncia do n&atilde;o-realizar?<br />
	<span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>&Eacute; claro que n&atilde;o podemos ficar olhando para o verde que se propaga em nosso quintal para sempre. Mas, dar um tempo, e n&atilde;o pensar que isso &eacute; perda de tempo, n&atilde;o deve ser de todo ruim. Se n&atilde;o vivemos o bastante, se n&atilde;o constru&iacute;mos o bastante, para mim, j&aacute; &eacute; bastante positivo refletir sobre isso. Porque, acredito que s&oacute; assim se pode fazer diferente. Mas concordo, o tempo &eacute; realmente o senhor de nossas amarguras, de nossas frustra&ccedil;&otilde;es.<br />
	<span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>Eu costumo ter sonhos palp&aacute;veis. E pequenos, segundo uma amiga minha, desaparecida do mundo h&aacute; um bom tempo. Continua perdida em seu escrit&oacute;rio, escondida por entre pap&eacute;is que lhe estipulam o tempo. Com certeza, ainda deve estar procurando pelos caminhos que levem aos seus (dela) sonhos mais deslumbrantes, aqueles cuja minha imagina&ccedil;&atilde;o n&atilde;o conseguia vislumbrar. Se ela &eacute; feliz? N&atilde;o sei muito mais dela. Sei muito mais de mim hoje, e dos que est&atilde;o mais pr&oacute;ximos, n&atilde;o s&oacute; fisicamente, mas espiritualmente. Mas, em fim&#8230; Voltando aos meus sonhos, eles n&atilde;o fazem parte s&oacute; do final do ano. Nem t&atilde;o pouco do in&iacute;cio do novo ano. Eu tenho sonhos todos os dias. Alguns se realizam mais rapidamente que outros. Alguns se transformam em outros, totalmente diferentes. Alguns s&atilde;o largados na beira do caminho, sem muito arrependimento. O que realmente conta, &eacute; o que se vai carregar conosco, certo? E isso tem que ser bom.</font><br />
<font color="#000000" face="Times New Roman" size="3">Ent&atilde;o, voltando &agrave;quela sensa&ccedil;&atilde;o de ang&uacute;stia do come&ccedil;o de seu texto, s&oacute; posso dizer que entendo que isso tudo, jamais nos deixa. O tempo e a nossa passagem por ele, s&atilde;o os senhores de nossas ang&uacute;stias. N&atilde;o podemos matar o tempo sem morrermos com ele.<br />
	<span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><span>&nbsp;&nbsp;</span>Se nossas a&ccedil;&otilde;es e nossos desejos nos conduzem para mais perto de n&oacute;s mesmos e dos outros, ent&atilde;o, o tempo &eacute; vencido, o tempo &eacute; aliado. &Eacute; nessa proximidade que o tempo tem realmente valor, ou &eacute; mais bem aproveitado. Nossos desejos s&atilde;o nossa imagem querendo refletir-se no outro. Se n&atilde;o realizamos muito, ou se realizamos tudo, tudo vai depender mesmo de como entender nossa a&ccedil;&atilde;o no tempo em que ela aconteceu. &Eacute; isso que vai fazer com que enxerguemos a luz no final do t&uacute;nel &ndash; mesmo que ela seja a luz do inferno, e n&atilde;o a luz divina.</font><br />
<font color="#000000" face="Times New Roman" size="3">Suas reflex&otilde;es, suas ang&uacute;stias, s&atilde;o sentimentos de algu&eacute;m verdadeiramente preocupado consigo e com o outro; com essas constru&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias que nos tornam mais humanos. Seus desejos s&atilde;o os desejos de algu&eacute;m que tem plena consci&ecirc;ncia do tempo e de sua a&ccedil;&atilde;o no tempo. Verdadeiros e sinceros. </font><br />
<font color="#000000" face="Times New Roman" size="3">Ent&atilde;o, um ano melhor para voc&ecirc; tamb&eacute;m.</font><br />
<font color="#000000" face="Times New Roman" size="3">Um abra&ccedil;o.</font></p>
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		<title>By: Tweets that mention Das coisas que ficaram ou Feliz Ano Novo &#124; Willian Rabelo -- Topsy.com</title>
		<link>http://blog.willianrabelo.com/2009/12/30/das-coisas-que-ficaram-ou-feliz-ano-novo/comment-page-1/#comment-1494</link>
		<dc:creator>Tweets that mention Das coisas que ficaram ou Feliz Ano Novo &#124; Willian Rabelo -- Topsy.com</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 19:03:32 +0000</pubDate>
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		<description>[...] This post was mentioned on Twitter by Willian Rabelo, Ceres. Ceres said: RT @willianrabelo: Novo post: http://is.gd/5GP0T - E meu Feliz Ano Novo para todos! Nos vemos do outro lado do portal. Até. (Vale a pena!) [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] This post was mentioned on Twitter by Willian Rabelo, Ceres. Ceres said: RT @willianrabelo: Novo post: <a href="http://is.gd/5GP0T" rel="nofollow">http://is.gd/5GP0T</a> &#8211; E meu Feliz Ano Novo para todos! Nos vemos do outro lado do portal. Até. (Vale a pena!) [...]</p>
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