Willian Rabelo

Adolescente confessa estupro

July 5, 2010 por Willian

Certo,

Isso é utilidade pública.

Ajudem a divulgar, por favor.

http://noticias.r7.com/rio-e-cidades/noticias/adolescente-confessa-estupro-pela-internet-20100705.html

ou

http://bit.ly/aPQBQS

Não vou comentar agora… mas depois escrevo sobre isso.

Sério, a Legião se mostra cada dia mais atual… infelizmente…

Vamos celebrar a estupidez humana
A estupidez de todas as nações
O meu país e sua corja de assassinos
Covardes, estupradores e ladrões
(Perfeição - Legião Urbana)

Vergonha…

TODOS CONTRA O CRACK

December 3, 2009 por Willian

TCC

TODOS CONTRA O CRACK!
por Jana Lauxen.
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Estes dias, fui a uma palestra sensacional sobre CRACK ministrada por Mauro Souza, vice-presidente da Associação do Ministério Público de Porto Alegre.
Logo de cara, Mauro perguntou para uma platéia de cerca de 100 pessoas:
- Quem aqui tem alguma coisa a ver com o CRACK?
Eu levantei a mão.
E só eu levantei a mão.
Ninguém mais.
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Antes ainda de moleques roubarem meu notebuque, dentro do meu quarto, em plena luz do dia e com gente em casa, trocando-o pela bagatela de 30 pilas de pedra no traficante da rua de baixo, já tinha me apercebido que eu, apesar de não fumar, tinha muito a ver com o CRACK.
Começou quando eu não podia mais voltar sozinha para casa quando saía de noite – coisa que sempre fiz desde que me conheço por gente.
Logo passei a reparar que ir na padaria, ao entardecer do dia, começava a ficar perigoso também.
De repente 80% das pessoas que eu conhecia já haviam sido assaltadas ou tinham sofrido alguma forma de violência na rua.
Em seguida as casas começaram a proteger-se com cercas elétricas e cachorros ferozes, e o número de moradores de rua de cor acinzentada quadruplicou-se.
Pessoas começaram a ser amarradas em camas e pés de mesas; os pais passaram a trancafiar seus filhos em jaulas.
- Peraê, tem alguma coisa muito errada acontecendo.
Foi o que pensei.
E era o danado do CRACK, minha gente.
Uma droga que apareceu como quem não queria nada, e parecia só mais uma droga, entre tantas, e de repente virou nossas vidas de cabeça pra baixo e levou nosso sossego pra muito longe daqui.
Nem vou ficar aqui falando sobre as mazelas do CRACK, porque é impossível que você ainda não tenha visto na tevê, nas ruas, quiçá dentro da sua própria casa.
E nós não podemos ficar de braços cruzados vendo a canoa – na qual estamos dentro – afundar.
Porém, o que eu e você podemos fazer?
- Ora, um grande problema merece uma grande solução, e nós somos apenas cidadãos impotentes refugiados dentro de nossas próprias vidas.
Correto?
Errado.
Sabemos que o crack requer soluções drásticas, que envolvem investimento pesado em educação – para prevenir – e em saúde – para remediar.
No entanto, não é por isso que não podemos fazer absolutamente nada.
Lembrem-se que, se as formigas soubessem o tamanho de sua força, já teriam dominado o mundo.
Sozinhos, polícia e governo nada podem fazer.
O CRACK subverteu tudo que, até então, todo mundo conhecia a respeito de drogas, drogados e tratamentos.
E é preciso que haja a aderência de TODOS os segmentos da comunidade, inclusive aquele onde eu e você estamos confortavelmente instalados.
Nós podemos e devemos e precisamos desesperadamente falar sobre o crack.
Conversar sobre o crack.
Escrever sobre o crack.
Promover, participar e divulgar campanhas contra o crack.
Incentivar ações em prol de movimentos contra o crack.
Podemos nos juntar a um coro de vozes cada vez maior de pessoas, que lutam para levar informação e conscientização, senão àqueles que já estão viciados, pelo menos aos que ainda não estão.
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Se você pensa que coisas deste tipo não adiantam, saiba que se engana, meu amigo.
Participando, você simplesmente estará fazendo tudo o que está ao seu alcance.
Já parou para pensar nisso?
Se todos fizessem sua pequenina parte, mudaríamos o mundo, e isso não é conversa de sonhador.
É fato.
Só os acomodados que não vêem.
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E por acreditar piamente no poder que cada um de nós possui enquanto indivíduo e enquanto grupo, comunidade e nação, lanço humildemente, aqui e agora, uma campanha virtual contra o CRACK, onde buscarei a adesão de 10 mil blogues e sites e afins – um número pequeno, quando comparado ao incalculável número de blogues, sites e afins que existem por aí.
Por isso criei está página: http://www.todoscontraocrack.blogspot.com
e este selo (nota: selo mostrado no topo do post).
E por isso também convido você a copiá-lo, colocá-lo em seu blogue, em seu site, em seu Orkut, Twitter, MSN e onde mais sua imaginação permitir.
E façam mais do que isso: escrevam sobre CRACK em seus blogues e sites, coloquem o assunto em pauta, em debate, na frente do holofote.
Tudo está ao nosso favor: o Brasil ocupa a terceira posição entre os países com o maior número de blogueiros, com mais de 5 milhões de usuários*.
O número de brasileiros que lêem blogs cresce a uma taxa superior a da expansão da internet, de acordo com dados de 2008 do Ibope/Netratings.
Ano passado, mais de 11 milhões de pessoas acessaram e leram blogs.
Se 1% aderisse à campanha, tem noção do tamanho da avalanche?
E nós podemos fazer isso.
Yes, we can!
Se tivermos um blogue, temos também voz e vez, e isso é lindo e merece ser usado com inteligência, ao nosso favor, a favor da sociedade onde vivemos.
Se uma única pessoa pensar, através do teu blogue, sobre o CRACK e sobre porque não deve usá-lo, então já valeu a pena.
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Levante a mão quando perguntarem se você tem alguma coisa a ver com o CRACK.
Não exagero quando digo que podemos ajudar a salvar vidas – até mesmo as nossas.
Só precisamos aprender a lutar com as armas que temos em mãos.
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Escolha seu selo no singular ou no plural, coloque-o em seu site ou blogue e envie para o e-mail todoscontraocrack@gmail.com seu link, pra ser divulgado na página da campanha.
Maiores informações?
Entre em contato.

—//—-//—

Pois é pessoal, encontrei esse post no site do Israel Teles.

Acho a iniciativa não somente válida, como necessária.

10.000 blogs não é absolutamente NADA, precisamos nos movimentar.

A idéia tem o meu apoio. Apoie você também.

ABIN, grampos e a legitimidade do serviço de inteligência

September 11, 2008 por Willian

Tá, já deu.

O que está acontecendo com esse país?

Que palhaçada é essa, onde um banqueiro safado consegue encobrir as investigações e agir como se nada tivesse acontecido?

Um banqueiro que manda no país? Que muda o foco, de uma das melhores investigações realizadas pela Polícia Federal, de tal forma que o Estado é quem está no banco dos réus?

A Agência Brasileira de Inteligência – ABIN – é parte integrante do SisBIn – Sistema Brasileiro de Inteligência – que é responsável por, além de outras coisas, “ações de planejamento e execução das atividades de inteligência do País, com a finalidade de fornecer subsídios ao Presidente da República nos assuntos de interesse nacional” (art. 1º- Lei 9.883/99).

Além disso, a ABIN, como órgão central do referido sistema, é quem coordena as ações dos integrantes para verificar, através da inteligência e contra-inteligência, os riscos para o país, ou seja, segundo a lei citada: “terá a seu cargo planejar, executar, coordenar, supervisionar e controlar as atividades de inteligência do País”.

A mesma lei define inteligência da seguinte forma: “entende-se como inteligência a atividade que objetiva a obtenção, análise e disseminação de conhecimentos dentro e fora do território nacional sobre fatos e situações de imediata ou potencial influência sobre o processo decisório e a ação governamental e sobre a salvaguarda e a segurança da sociedade e do Estado.” (grifo meu)

Certo, introdução feita, vamos a algumas constatações.

A CIA (Central Intelligence Agency), uma das muitas organizações da comunidade de inteligência dos Estados Unidos, é conhecida por sua ação, DENTRO E FORA, do seu país sede, atendendo aos interesses nacionais onde forem necessários e da maneira que for mais conveniente aos interesses nacionais e da sociedade que protege. (http://en.wikipedia.org/wiki/Central_Intelligence_Agency)

O MOSSAD (serviço de inteligência de Israel), em 1960, veio até a argentina para: análise, vigilância, busca e apreensão de um dos maiores nazistas da história, um criminoso de guerra que atentou contra a vida dos judeus – Adolf Eichmann – e o levou para julgamento perante um tribunal israelense – desempenhando o seu papel enquanto Agência de Inteligência.

É de conhecimento público que o MOSSAD também fez várias outras operações em outros países da Europa, América do Norte e Ásia. (http://en.wikipedia.org/wiki/Mossad)

Além dessas organizações, vários outros países possuem órgãos de inteligência para zelar por seus interesses. Uma pequena lista encontrada online, no site da Wikipédia, pode ser vista aqui: http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_intelligence_agencies

Exposto isso, vamos agora ponderar sobre alguns pontos.

A ABIN, enquanto Agência de Inteligência, deve preservar pela soberania nacional e pela manutenção do Estado de Direito. Mas como isso é feito, na prática?

Através da análise de informações, da coleta de dados, do cruzamento e  compartilhamento, até onde for interessante, com agências de inteligência de outros países, de informações que sejam inerentes aos riscos determinados e levantados.

Não é natural que uma agência de inteligência não possa exercer o seu objetivo institucional. Ela sempre é criada com a intenção da defesa nacional.

Agora vamos evoluir um pouco o foco.

Essa bandalheira perpetrada por Daniel Dantas é espalhafatosamente nojenta. Uma investigação realizada pelo Delegado da Polícia Federal, senhor Protógenes Queiroz, ao cabo de quatro anos, conseguiu prender um dos maiores pilantras do sistema financeiro nacional.

Um empresário absolutamente desavergonhado, que cresceu à margem da utilização das concessões públicas e de contratos duvidosos, que sofreu processo de quebra de sigilo telefônico baseado completamente na legalidade (http://www.paulohenriqueamorim.com.br/forum/Post.aspx?id=604) e que agora quer desestabilizar a nação através da manipulação velada, direta e indireta, dos poderes da República Federativa do Brasil.

É de se envergonhar morar em um país que, quando sua polícia judiciária trabalha avidamente no combate aos opositores do Estado de Direito, é rechaçada pelo congresso nacional, sendo tratada como criança levada, que fez algo indevido.

E a ABIN?

Meu bom leitor, a ABIN entrou na culatra de toda a (suposta e inventada) “crise”.

Ela deveria já, há muito, ter a prescrição legal de realizar as medidas que fossem necessárias para o provimento, manutenção e estabilidade da ordem nacional.

Sim, grampos são necessários e deveriam ter feito parte das atribuições/possibilidades da ABIN desde sua concepção, mas não só isso. As atribuições são claras, ela deve ter possibilidade de fazer com que a Soberania Nacional seja sempre do Brasil, sem correr o risco de que uma pessoa, organização ou empresa possa desestabilizar a ordem nacional.

Mas porque grampear Daniel Dantas?

Porque ele possui poder político e financeiro suficiente para desestabilizar a economia e a parcimônia social do país. Ele é um risco para a manutenção, desenvolvimento e crescimento do país.

Não somente ele, mas todos os empresários, especuladores, lobistas e políticos que prezam sua manutenção no poder em detrimento do bem público e social.

Daniel Dantas me enoja, Gilmar Mendes me enoja, o Nelson Jobim me enoja.

Como brasileiro, não consigo conceber que o presidente de uma CPI de grampos (http://www.paulohenriqueamorim.com.br/forum/Post.aspx?id=607) desacate o diretor de uma Agência de Inteligência que presa pela prestação da proteção aos interesses nacionais, tampouco pelo circo formado para culpar o investigador, ao invés do investigado (http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=8871).

Enquanto a sociedade civil, o ministério público, as polícias e algumas parcelas do legislativo se movem para tentar demonstrar, além de apoio, a necessidade da volta do Delegado da Polícia Federal, senhor Protógenes Queiroz, para o caso da operação Satiagraha (http://www.paulohenriqueamorim.com.br/forum/Post.aspx?id=614), o banqueiro Daniel Dantas continua com trânsito livre, através das suas “facilidades”, para o desempenho de qualquer atividade que lhe convier.

Não é aceitável que o Brasil suporte isso, passamos da ditadura militar para a ditadura financeira? O povo deixou de ser refém de um Estado Militar para ser refém de um grupo financeiro?

Não dá para ser assim, não pode ser assim.

O Brasil tem que melhorar, e lugar de criminoso é na cadeia, mesmo que ele tenha seis bilhões de dólares em patrimônio.

Falando nisso, disso tudo de grampo, ainda não mostraram o tal áudio da conversa entre o Senador Demóstenes Torres e o Presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministro Gilmar Mendes.

Sei que é coro nacional, mas me junto.

Cadê o áudio?

E a Polícia Federal morreu… Satiagraha

July 18, 2008 por Willian

Eu não queria falar sobre esse negócio todo da Satiagraha – por uma questão pessoal – mas não vejo outra forma. Acho que tem besteira demais sendo falada por todos os lados.

Estão todos muito preocupados com o delegado, se ele disse isso, se fez aquilo, se não vai participar mais da investigação, se vai fazer festa de fim de ano, se vai ter árvore de natal, essas coisas.

Importância nacional, sem dúvida.

Mas veja só, o Gilmar Mendes, ministro presidente do STF, concedeu os dois Habeas Corpus para o Daniel Dantas, isso é fato. Aconteceu.

Claro que eu sou leigo, afinal, como eu – que não entendo nada de Direito ou do processo judiciário nacional – posso condenar que um cidadão, tão importante quanto qualquer brasileiro, consegue impetrar recurso diretamente na última instância do poder judiciário e sumariamente ignora todo o trajeto que qualquer outro brasileiro iria enfrentar. Afinal, ele é tão importante quanto qualquer brasileiro, não é?

Se todos são iguais perante a lei (CF – Art. 5º “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza…” – grifo meu), então o Dantas é tão importante quanto qualquer um, logo – espera-se – que ele tenha que seguir o mesmo trâmite em processos judiciais que qualquer outro cidadão. Certo? Certo? Errado.

Dantas tem “facilidades”. O problema é a primeira instância. De Sanctis. De fato.

Todo regra, todo escopo, todo mentira, todo torto. Esse é o processo judicial brasileiro.

Mas o presidente – do Brasil, não do STF – acha que o delegado tem que se explicar, e diz isso pra nação, e depois a PF, instituição de proteção e investigação da república, divulga trechos da conversa, que o Queiroz quis sair, essas coisas. Claro, ele quis sim. Tanto quis, que questionou a fita.

Adultério. Adulterado. Tudo diferente do combinado.

E você duvida que os advogados do Dantas já não tiveram acesso ao processo? Porque ele continua calado? Porque não vendem Gol novo, na cor laranja? Laranja é algo tão comum hoje em dia…

Porque a imprensa está tão preocupada com o delgado delegado designado?

O foco é o Dantas, mas isso não parece importante.

O foco é a “BrOi”, o Opportunity. 1 bilhão de doletas. É isso.

Mas não, melhor pensar no cisma do judiciário. Davi x Golias. De Sanctis x Mendes. E não é que, ao que parece, o Davi ganhou de novo?

Mais de quatrocentas autoridades em ato de desagravo.

Morro de orgulho da Polícia Federal, mas o STF deixou a desejar.

Mas e o Dantas?

Por enquanto está tomando Clicquot Veuve, em uma de suas coberturas. Daqui um tempo ele vai tomar caipirinha, em ROMA.

 

 

Eu me orgulho de ter mentido

May 12, 2008 por Willian

 

Ainda sobre a Dilma Roussef.

Eu vi a reapresentação da sessão da Comissão de Infra-Estrutura, que ela havia participado. Ela teve um banquete servido pela oposição.

Ela é inteligente, isso não é questionável. Bem preparada também.

Entretanto, algumas coisas me deixaram alerta. Os senadores, oposição e situação, merecem estar onde estão pelos votos que conseguiram. Ainda assim, alguns são muito mal preparados. Voto não significa, necessariamente, capacidade e concisão de pensamento.

Não digo que são burros, são mal preparados mesmo. O caso do Agripino foi um exemplo tosco e muito mais importante que qualquer outro que eu pudesse citar. Fico com esse exemplo, mesmo que desgastado.

O problema nem foi a grande sacada que ele tentou dar, chamá-la de mentirosa. O ponto todo é saber que a oposição (e quem sabe, a situação também) não tem problema nenhum em enfiar o dedo na ferida ainda aberta da ditadura, só para tentar desbancar um debatedor competente.

Não é o caso de se falar em dossiê, em cuecas e malas de dinheiro. Não é preciso lembrar que carecas, jornalistas peladonas e cabeludos já passaram pelas comissões.

O que é preciso saber é que se a política não tem mais como evoluir, se é que evoluiu, bater em um passado engasgado e doloroso, pode ser a solução. Uma solução suicida, mas que é adotada sem reservas.

A oposição se deu mal, porque a ministra saiu magistralmente do acontecido.

O que seria legal é se todos os políticos percebessem que nem sempre bater em cachorro que parece morto é inteligente. Ele pode te morder.

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