Nov 28 2007
E a CPMF continua na lide
No Houaiss, é definida assim: “situação de quem espera a ocorrência de algo, ou sua probabilidade de ocorrência, em determinado momento”
Nov 28 2007
No Houaiss, é definida assim: “situação de quem espera a ocorrência de algo, ou sua probabilidade de ocorrência, em determinado momento”
Nov 20 2007

Não importa se você está no Ibirapuera, no Iguatemi ou no Centro. Todo lugar é igual: Fede.
Até existem uns lugares legais na cidade, tem muita coisa cultural e [blá blá blá censurado], mas mesmo nesses lugares, a cidade é reflexo de putrefação.
Nov 15 2007

Tá tendo a conversa sobre o terceiro mandato, né?
Agora é a hora do “não to interessado”, “não penso nisso”, “sou contra”, etc. Mas veja que interessante:
O Brasil tinha um problema gigantesco de energia que iria explodir nos próximos anos. Aí vem uma declaração inflamada de que “o Brasil está seguro energeticamente até 2012”.
Depois, sempre tem alguém pra lembrar do gasoduto e tudo mais. Outra declaração: “Seremos auto suficientes”, assim falou o presidente.
Bem, não vai ter mais gasoduto, pelo menos com a Venezuela.
Aí me descobrem um dos maiores poços de petróleo do mundo aqui no Brasil.
Quando vai produzir? 2010.
Quando é a eleição presidencial? 2010.
Nossa como aconteceram coincidências esses dias…
Nov 13 2007
Não sou Lulista.
Não acredito que o Lula seja a última azeitona da empada, nem coisa assim.
Mas tenho que admitir que já fui mais PT, já fui mais "companheiro".
Ainda assim, vejo alguns esforços muito interessantes.
O Paulo Henrique Amorim é contra o FHC, com as razões dele, claro.
Mas ele deu uma entrevista pra Folha e publicou no site dele. Aqui.
Apesar do debate político ser muito mais morno do que interessante, acredito que valha muito a pena ler.
Se não for da sua ideologia, pelo menos vai te fazer pensar um pouco.
Nov 12 2007
Esses dias estive ausente. Admito.
Aconteceram muitas coisas e eu nem falei nada. Um erro, isso sim.
Viram o caso dos parlamentares? Querem um salário compatível com o dos membros do STF. Discordo disso.
O argumento foi a retirada da verba indenizatória. Mas veja só, o salário nunca é reduzido, sob nenhuma circunstância. Ou seja, aumenta agora, corta a verba e, daqui alguns meses, põe a verba novamente.
Uma descabida falta de brios.
São os seus representantes, tenha isso em mente.
Outra coisa, para ilustrar melhor a situação, foi o caso dos ministérios que não respeitam concurso público.
É de se ficar entristecido, sem dúvida.
Compreendo que a política necessita desses ‘cargos’, para garantir a bona fide das relações espúrias entre os partidos. Tanto é verdade que, para acalmar ânimos de partidos que não se aglomeram às decisões que deveriam apoiar, nada melhor que distribuir alguns cargos aqui e ali.
Tudo isso é chato, amargo e, pior, culpa nossa.